"Quando eu morrer, não digas a ninguém que foi por ti. Quando eu morrer, deixa-me A ver o mar do alto de um rochedo e não chores, nem Toques com os teus lábios a minha boca fria. E promete-me Que rasgas os meus versos em pedaços tão pequenos Como pequenos sempre foram os meus ódios; e que depois Os lanças na solidão de um arquipélago e partes sem olhar Para trás nenhuma vez: se alguém os vir de longe brilhando Na poeira, cuidará que são flores que o vento despiu, Estrelas que se escaparam das trevas, Pingos de luz,Lágrimas de sol, Ou apenas um anjo que perdeu as asas por amor."
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