terça-feira, 5 de outubro de 2010

um feriado como os outros!

E heis se não quando, do nada, uma pequena lembrança deita por terra a muralha imensa construída à volta do que me é vital para manter a sanidade.
E volta o vazio. Volta a incerteza. Volta a saudade.
Volta a necessidade de plenitude.

O colibri, molhou as asas.

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